A casa Branca vai oferecer visitas guiadas a pontos históricos de São Carlos e Araraquara

A partir deste mês, o passeio da Casa Branca foi uma visita guiada. Os visitantes podem reservar o passeio e ter um monitor que acompanhar e dar mais detalhes sobre cada um dos 33 pontos de interesse turístico da cidade. A partir deste mês, o passeio da Casa Branca foi uma visita guiada. Os visitantes podem reservar o passeio e ter um monitor que acompanhar e dar mais detalhes sobre cada um dos 33 pontos de interesse turístico da cidade. “A casa Branca tem um histórico de riquissíma e o que estamos fazendo agora é para mostrá-lo e transformá-lo em algo educacionais para os moradores do valor de seu patrimônio, mas, principalmente, para criar negócios na cidade”, disse o chefe de gabinete, João Ricardo Guimarães Caetano. “A casa Branca tem um histórico de riquissíma e o que estamos fazendo agora é para mostrá-lo e transformá-lo em algo educacionais para os moradores do valor de seu patrimônio, mas, principalmente, para criar negócios na cidade”, disse o chefe de gabinete, João Ricardo Guimarães Caetano. O passeio é em grupo, gratuito, e dura em média uma hora.

O papa Francisco pediu que os moradores de um bairro de Roma, atormentado por mafiosos, que são corajosos e agir em conformidade com a lei.

O sacerdote celebrou uma missa ao ar livre neste domingo, em Ostia, uma cidade à beira-mar. Em sua homilia, ele incentivou as pessoas para “derrubar” as paredes dos códigos sociais, conhecido na Itália como “omerta”, que desencorajam as pessoas a denunciarem a máfia.

Em 2015, a administração municipal de Ostia sofreu a intervenção do governo italiano por causa da infiltração dos clãs locais do crime. Eles são acusados de assassinatos, extorsão, tráfico de drogas e agiotagem na cidade.

O Papa também condenou o abuso de poder e arrogância, dizendo que as pessoas devem adotar a “justiça, decência e da legalidade”. Jornalistas que fizeram histórias sobre os bandidos de Ostia foram fisicamente ameaçados. Francisco instou as pessoas a se livrarem do “medo e opressão”. Fonte: Associated Press.

A visita deve ser agendada e acontecerá todos os domingos. Para fazer o agendamento, basta ligar para o Departamento de Turismo, no telefone (19) 3671-9720 (ramal 2), das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. O passeio é em grupo, gratuito, e dura em média uma hora. A visita deve ser agendada e acontecerá todos os domingos. Para fazer o agendamento, basta ligar para o Departamento de Turismo, no telefone (19) 3671-9720 (ramal 2), das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. História Do Tour da Casa Branca, visa mostrar os pontos históricos importantes da cidade e valorizar o património. A ideia é promover a economia e o turismo do município, que é a capital nacional da Jabuticaba. O Tour pela Casa Branca tem como objetivo mostrar os pontos históricos importantes da cidade e valorizar o património. A ideia é promover a economia e o turismo do município, que é a capital nacional da Jabuticaba. O passeio passa pelos edifícios da década de 1870, até o século XX. São 32 edifícios históricos, entre eles, igrejas, casarões e precisas. Rua Valdemar Panico, o mais antigo da cidade, construído em 1814 também é uma das atrações. O passeio passa pelos edifícios da década de 1870, até o século XX. São 32 edifícios históricos, entre eles, igrejas, casarões e precisas. Rua Valdemar Panico, o mais antigo da cidade, construído em 1814 também é uma das atrações. Para guiar os visitantes foram pintadas nas calçadas que funcionam como uma trail ride. Cada um dos pontos de interesse é numerada e pode ser visualisado através de uma pasta, que também traz as principais informações de cada um dos pontos visitados. Para guiar os visitantes foram pintadas nas calçadas que funcionam como uma trail ride. Cada um dos pontos de interesse é numerada e pode ser visualisado através de uma pasta, que também traz as principais informações de cada um dos pontos visitados. Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara Veja mais notícias da região no G1 São Carlos e Araraquara
A política econômica do presidente Donald Trump tem agravado a pobreza extrema nos Estados Unidos, de acordo com um relatório sobre o tema lançado neste sábado (2). O relator Philip Alston recomendado para u.s. autoridades que adotar um sólido sistema de proteção social e para abordar as origens da pobreza no país, em vez de “para punir e prender os pobres”. “A política adotada no curso do último ano parece destinado a terminar, deliberadamente, com as proteções fundamentais para os mais pobres dos pobres, punir aqueles que não têm emprego e até mesmo de se transformar em um privilégio de acesso aos serviços básicos de saúde”, afirma o relator. Cerca de 41 milhões de americanos vivem na pobreza, dos quais 18,5 milhões estão em situação de extrema pobreza, de acordo com os critérios da ONU. As crianças representam um terço desta população e os Estados Unidos tem a taxa de pobreza entre os jovens, o maior entre os países desenvolvidos, destaca a Alstom no relatório. Desigualdades “cidadãos norte-americanos vivem menos tempo e com menos saúde do que os de outras democracias prósperas. Doenças tropicais que pode ser erradicada estão se tornando mais comuns, o país tem a maior taxa de encarceramento do mundo (…) e as maiores taxas de obesidade no mundo desenvolvido”, continua o texto. O relatório destaca cortes drásticos previstas no sistema de segurança social americano chegar a áreas que já sofrem com a falta de fundos, e afirma que a reforma tributária adotada pelo Trump “vai piorar” a situação, além de fazer com os Estados Unidos “continuam a sociedade mais desigual do mundo desenvolvido”. O relator, que realizou uma missão para vários estados, com base nos dados do escritório do censo do país, a partir de 2016. Os números não são comparativo entre o antes e o depois da chegada da Trombeta para a Casa Branca, em janeiro de 2017. A obra completa será apresentada no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em junho. “Não há nenhuma receita mágica para eliminar a pobreza extrema. Mas em um país tão rico como os Estados Unidos, a persistência da pobreza extrema é uma escolha política feita por aqueles que estão no poder”, indica o documento. Com informações da AFP